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Fim dos cones: veja quais estados deixaram de pedir prova de baliza para tirar CNH

  • sitenenacabral
  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura

O novo processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil aboliu, em alguns estados, um dos maiores fatores de reprovação: a prova de baliza. Desde o início do mês, com a Resolução nº 1.020 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em vigor, departamentos de trânsito de São Paulo (Detran-SP), Amazonas (Detran-AM), Espírito Santo (Detran-ES), Mato Grosso do Sul (Detran-MS), Goiás (Detran-GO) e Santa Catarina (Detran-SC, medida ainda em estudo) anunciaram o fim da exigência.


A desobrigação da baliza já constava das regras previstas na nova resolução do Contran. O órgão afirmou que a intenção é testar os motoristas em “condições reais de trânsito”, sendo a baliza considerada uma situação excepcional.


Nos estados de São Paulo e no Mato Grosso do Sul, por exemplo, a manobra foi substituída pelo estacionamento lateral em via pública durante o percurso do exame, exigindo que o condutor lide com fluxo de veículos e pedestres.


É avaliado o correto procedimento de conversões à direita e à esquerda, o uso correto de seta, a realização do procedimento de parada nas vagas permitidas e a condução segura e responsável nas demais condições de trânsito, segundo a agência SP.


As principais mudanças incluem

  • Fim da etapa eliminatória inicial: o erro na baliza não acarreta mais em eliminação do exame de imediato.

  • Carros automáticos: pela primeira vez, é permitido realizar a prova em veículos com câmbio automático. Mesmo com a prova em carro automático, a CNH poderá valer também para carros manuais.


A medida do fim da obrigatoriedade de cursos de preparação em autoescolas teve como principal argumento a queda nos custos da CNH. Segundo a Senatran, mais pessoas poderão adquirir documento e menos condutores permaneceriam na ilegalidade.


Entidades ligadas ao setor de formação de condutores prometeram resistir à medida mas, desde que a medida entrou em vigor, em janeiro, não são organizadas ações em protesto contra a nova regulação.


 
 
 

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